A Ciência e O Livro de Urântia

O Livro de Urântia contém muita informação científica que foi revelada entre 1925 e 1935 por um indivíduo que se preocupava muito pouco com o material. Algumas dessas informações discordavam com a versão científica da época. Mais de meio

século depois, algumas daquelas informações contraditórias originais, concordam agora com a ciência, e algumas ainda não.

As informações tratam principalmente da criação do Universo, da Terra e do homem, como também os fundamentos da matéria e da energia. Teorias sobre estes tipos de assuntos evoluem conforme a ciência amadurece e muda suas idéias. Tais mudanças provocaram um novo acordo entre a ciência e o Livro de Urântia, e as informações que agora concordam com a ciência podem ser consideradas como predições.

Há uma possibilidade de que algumas das informações que hoje não estão de acordo com a ciência possam se mostrar como predições no futuro, e se mais delas concordarem em última instância com a ciência, dará então uma autenticidade ao Livro que aumentará sua credibilidade concernente ao resto do mesmo. Muitas informações que agora concordam com a ciência eram na época absurdos e discordavam fortemente com os conhecimentos da época, e ainda hoje algumas concordam parcialmente e outras discordam.

Antes de prosseguir tenho que ressaltar aqui as sérias limitações a que estavam submetidos os reveladores, não podiam adiantar fatos científicos ainda desconhecidos ao homem, no entanto poderiam preencher “buracos” em nosso conhecimento para dar sentido a história da criação. Um trecho do Livro de Urântia intitulado “As limitações da revelação” explica muito bem esta condição:

“p1109 101:4.1 Posto que vosso mundo é em geral ignorante das origens, mesmo das origens físicas, de vez em quando nos é parecido sábio prover instrução em cosmologia. E sempre isto há produzido problemas para o futuro. As leis da revelação nos freiam consideravelmente, devido a proibição de impartir conhecimento não ganho ou prematuro. Toda cosmologia apresentada como parte da religião revelada está destinada a ser superada em um período muito curto. Portanto, os estudantes futuros de tal revelação estarão tentados a descartar todo o elemento de verdade religiosa genuína que possa conter, devido a descobertas de erros frente as cosmologias vinculadas que ali se apresentam.”

“p1109 101:4.2 A humanidade deve compreender que nós, que participamos na revelação da verdade, estamos limitados muito rigorosamente pelas instruções de nossos superiores. Não temos liberdade de antecipar descobrimentos científicos de mil anos. Os reveladores devem atuar de acordo com as instruções que formam parte do mandato de revelação.”

“p1109 101:4.5 … Mesmo que as declarações referentes a cosmologia não são jamais inspiradas, essas revelações são de imenso valor em quanto pelo menos aclaram transitoriamente o conhecimento mediante:

A redução da confusão pela eliminação sábia do erro.
A coordenação de fatos e observações conhecidas ou a ponto de ser conhecidas.
A restituição de fragmentos importantes de conhecimento perdido relativo a transições de época no passado distante.
O abastecimento de informação que preencha lacunas vitais no conhecimento por outra parte já ganhado.
A apresentação de dados cósmicos em uma forma tal que ilumine os ensinamentos espirituais contidos na revelação acompanhante.”

Gostaria de deixar claro que a prova da existência de Deus não pode ser expressa através da ciência, e que no caso do Livro de Urântia, pode no máximo atestar a autoria supra-humana destas revelações. Sendo assim, as revelações científicas desta obra sempre deixam uma pequena parcela intencional para a dúvida, pois este mundo é o mundo da fé, o mundo do Pai invisível. Vejam estes trechos do Livro de Urântia:

“Nem os experimentos científicos, nem a pura dedução lógica da razão jamais poderão provar a existência de Deus. Somente no campo da experiência humana pode-se perceber a Deus; não obstante, o autêntico conceito da realidade de Deus resulta razoável para a lógica, plausível para a filosofia, essencial para a religião e indispensável para qualquer esperança de sobrevivência da personalidade.” (Pág. 24)

“A razão é a prova da ciência; a fé, a prova da religião; a lógica, a prova da filosofia, mas a revelação se valida somente pela experiência humana. A ciência produz conhecimento; a religião produz felicidade; a filosofia produz unidade; a revelação confirma a harmonia vivencial deste alcance trino à realidade universal.” (pág. 1106)

O artigo abaixo encontrei nos arquivos eletrônicos da Fundação Urântia e penso que será de muita valia para leitores do Livro de Urântia que ainda não estão familiarizados com o modo em que a ciência deste magnífico livro nos foi colocada, e por isto se sintam tentados a descartar o belíssimo conteúdo de verdade espiritual.

Limitações da Revelação

[por Denver Pearson – 7 de abril, 1989]

Nota do autor

Eu escrevi esta pequena matéria, “Limitações da Revelação”, como uma tentativa de (esperançosamente) clarear algumas declarações enganosas que ouvi nos últimos anos relativas às discrepâncias entre dados científicos e o Livro de Urantia, e teorias seguradas no presente momento pela comunidade científica.

O real catalisador por fazer minha caneta fluir, foram algumas declarações de ataque no Simpósio Científico de Nashville, em maio de 1988. Embora faço com toda sinceridade, eu sinto que estes comentários têm a possibilidade de causar uma certa confusão entre os leitores com pouco conhecimento do mundo científico. Antes de começar a escrever este documento, eu expressei minhas visões para alguns destes leitores, e o retorno que tive, sugeriu que era preciso alguma clarificação.

Uma leitora disse que ficou aborrecida quando outro leitor do Livro de Urântia disse que o livro estava em erro, agora na luz de novos dados científicos. Ela ficou aliviada quando eu expressei meus pontos de vista e sugeriu que eu os compartilhasse com outros leitores.

O ponto principal desta matéria é mostrar que a revelação não está em erro, e que os reveladores não deram falsa informação para conformar com a visão científica da época. Uma declaração que ouvi, era de que os reveladores nos falaram de 48 determinantes de características nas células reprodutivas humanas, porque este era o número aceito em 1934. Agora a ciência diz que há somente 46, o que faz o livro cair em erro. A justificação para isto é que eles não podiam revelar o que não sabíamos, e tiveram que usar a informação humana daqueles dias, até mesmo se fosse falsa. Mas, se fosse este o caso, não nos teriam falado que a verdadeira massa do sol é ligeiramente maior do que a ciência daquele tempo havia calculado (pág. 459). Também a teoria da deriva continental não era aceita naquele momento, mas ainda assim, nos foi dito no livro, que massas de terra se movem pelo manto da Terra; e só recentemente a ciência aprova a revelação neste assunto.

Eu estou dizendo aqui, que nós neste século podemos finalmente contar com a informação que somos capazes de entender, contanto que nós a ganhássemos. Nós somos informados até mesmo de coisas que só podemos captar remotamente e até mesmo em uma forma distorcida. Não somos mais do que crianças que não podem aceitar os fatos como eles verdadeiramente existem. Nós demos recentemente, alguns passos muito importantes para fora da primitiva caverna da ignorância, e como recompensa, nos foi apresentado a 5ª revelação de época. (Os Documentos de Urântia)

Eu dou boas vindas a qualquer comentário e idéias. E também estou aberto a correções e clarificações. Sinta-se livre para fazer cópias.

Eu fiquei chocado, ao menos da primeira vez, em que escutei “o Livro de Urântia contém erros”. Depois de muitos anos de detalhado estudo deste magnífico livro, eu honestamente não posso recordar nenhuma vez que senti quaisquer conceitos se contradizerem ou que me estava sendo contado uma inverdade. Onde estão estes “erros” então?

Nós sabemos que houve algum erro tipográfico, e pequenas correções em palavras, e também estamos cientes que em vários lugares, os conceitos do revelador estavam sujeitos a distorção por limitações do idioma humano, e pelo nível de compreensão mental. A tipografia e mudanças em palavras não afetam o sonoridade da revelação, e é quase esperado que algo fosse tocado por mãos humanas. As distorções que se referem, serão encontradas em seções do livro que envolvem conceitos espirituais muito altos, e em áreas que discutem aspectos do mundo espiritual do qual o homem não conhece nada; como as atividades dos artesãos celestiais. Embora distorcido, estes conceitos são muito úteis nos permitindo captar um vislumbre da magnitude das realidades eternas de nosso Pai.

Mas nós não estamos falando sobre erros datilográficos e distorções. Estes não são o problema. A fonte de controvérsia parece estar na discussão de ciências naturais, em áreas onde o Livro de Urântia e teorias modernas divergem. Os leitores que estão entretendo a noção de erros estão se apoiando em uma seção do livro chamado “As Limitações da Revelação” na pág. 1109.

Primeiro olhemos a linha que provavelmente iniciou toda a questão relativa aos erros. Na linha 15, nós lemos que os estudantes futuros deste livro ficarão tentados a descartar todas as verdades, por descobrirem erros em face das cosmologias associadas. Boa predição. Alguns estudantes estão agora tentados. Talvez nós possamos por um fim nesta tentação se lêssemos esta página um pouco mais cuidadosamente, e tentar entender o que estão nos dizendo completamente.

Os reveladores estão dizendo que fizeram alguns erros que estudantes irão descobrir? Eu penso que não. Na linha 42 nos dizem que estão diminuindo a confusão pela eliminação autorizada do erro. Por que criam enganos enquanto tentam elimina-los? Isto derrota seu objetivo. O que estes estudantes irão achar, são pontos em que eles só percebem como erros. O que são estes chamados erros?

Os primeiros erros que estes estudantes descobrirão, são as discrepâncias entre as reivindicações da ciência e o fato relativo as ciências naturais. Nós temos numerosos exemplos disto, como o 48 vs. 46 determinantes de características (que está agora resolvido), a teoria do Big Bang , o universo se expandindo vs. a criação ordenada do universo, etc. Estas são as imediatas e óbvias diferenças, mas na realidade não podem ser chamadas de erros.

Por esta razão, se conhecemos bem nossa ciência, e estudarmos cuidadosamente bem a revelação, veremos que não há uma real diferença entre os atuais fatos provados (isto excluiria muitas teorias). E, por outra razão, ciência, com seus chamados fatos e teorias, está mudando constantemente seus dados com novas descobertas que estão sendo feitas; como também, por exemplo, não concorda com ela mesma, nem todos os astrônomos aceitam a teoria do Big Bang, e nem todos os antropólogos concordam com os Leakeys, quando eles levam a idade da raça humana a mais de um milhão de anos.

Eu penso que a ciência é maravilhosa e correta, ou muito perto da verdade na maior parte do tempo; mas tudo muda freqüentemente, muda seu modo de pensar. Eu tenho uma política de ter a ciência como um grão de sal, e basicamente aceito suas descobertas, contanto que faça sentido o suficiente, e que esteja em harmonia com a verdade contida no Livro de Urântia. Eu não fico chateado quando são feitas descobertas novas e contraditórias na ciência, porque minha sensação da realidade total não está completamente baseada nisto.

O segundo tipo de erro se refere, e provavelmente com maior precisão, ao erro de omissão. Algo que não está sendo revelado. Nós temos muitas indicações disto, como segue: Linha 12-14 “…de impartir conhecimento não ganhado ou prematuro; linha 20, “… não temos a liberdade de antecipar descobertas científicas de mil anos”; linha 28, “… nos é proibido incluir tais fatos ainda não descobertos pela humanidade”.

Nós também poderíamos considerar o uso da palavra “limitado”, várias vezes implicando em uma quantia controlada. Aqui está um simples exemplo de omissão que seria vista como um erro por estudantes futuros desta revelação. Digamos que um certo fenômeno chamado XYZ, tem na realidade cinco componentes básicos, e que os cientistas conhecem a quatro. Eles descobriram estas quatro propriedades básicas, e a aceitam como fato, que por enquanto há só quatro, e adaptam isto para compor o fenômeno físico XYZ.

Agora, saltemos até Uversa onde os reveladores estão recebendo instruções concernentes ao que eles podem e não podem revelar. São-lhes dito que poderão discutir o fenômeno XYZ e suas quatro propriedades conhecidas, porque os humanos estão atentos somente a estas. Eles podem corrigir qualquer erro, coordenar fatos conhecidos, preencher lacunas perdidas de conhecimento vital ganho, e podem apresentar ate certo ponto em que isso ilumine os reinos espirituais, quando possível; mas debaixo de nenhuma circunstância eles poderão falar sobre o quinto elemento componente desconhecido do fenômeno XYZ. Não que os cientistas não pudessem entender isto, ou usa-lo, mas porque “a sabedoria humana tem que evoluir”. Você pode imaginar a frustração do trabalho para os Anciões de Dias como um revelador? Poderá sentir um pouco disto na pág. 1109.

Agora vamos dar um zoom ao futuro, quando os estudantes novos estão investigando a quinta revelação de época. Estes estudantes do futuro sabem sobre o fenômeno XYZ, e até mesmo o consideram obsoleto ou muito simples. Eles já conhecem o quinto componente em XYZ, imagine o assombro deles quando lêem junto a esta linda revelação de genuína verdade religiosa a passagem que explica XYZ? E é claro, de suas quatro propriedades. O que é isso? Um erro tipográfico? É um erro humano, ou os reveladores erraram? Agora é o tempo em que eles são tentados a jogar fora a verdade religiosa genuína do livro, o próprio livro, e bem como os reveladores. Mas você o que sabe? O Melquisedec que escreveu a pág. 1109 fez seu papel. Ele declara que ele e seus companheiros estão “muito rigorosamente limitados pelas instruções de nossos superiores”. E também declara que a cosmologia destas revelações não é inspirada. Isto é importante; mas o que significa? Houve um pouco de confusão causada por esta linha, devido principalmente a entender claramente o que significa “cosmologia” e também a palavra “inspirada”.

Webster nos conta que inspirado significa a comunicação de um agente sobrenatural, influenciando, movendo, ou guiando por inspiração divina, ou inspiração sobrenatural, (inspiração é definida como o ato ou o poder de mudar o intelecto ou emoções). Cosmologia é definida como: 1. Um ramo da metafísica que põe o universo em um sistema ordenado; 2. Um ramo da astronomia que trata da origem, estrutura, e relações espaço-temporais do universo. Eu poderia somar que isto inclui tudo a que o gênero humano está atento, desde a menor partícula de matéria até as galáxias gigantes que agora nós observamos nos longos alcances do espaço exterior.

Em outras palavras, cosmologia é uma porção de fatos, é algo da descoberta evolucionária e investigada, até mesmo por personalidades celestiais; considerando que algo inspirado vem de uma fonte divina muito alta, como o Ajustador de Pensamento, ou o Espírito de Verdade, que revela ou testifica os valores verdadeiros.

Cosmologia é o estudo do homem para a compreensão do universo. Somente a alguns séculos atrás, nossa cosmologia era a de que o mundo era plano e o centro do universo. As estrelas eram os buracos no telhado de um céu claro, onde os deuses duelavam. A cosmologia do homem muda a cada era. Nós nos aproximamos mais e mais do entendimento completo do mundo ao nosso redor, mas estamos limitados as nossas cinco sensações, mais alguma ajuda mecânica que temos em mãos. Cientistas não podem validar muito bem uma teoria, a menos que tenham uma evidência física com que apoiar isto. Lá fora estão energias que os mortais desconhecem, é o que nos dizem, (p. 325). Igualmente a ciência não conhece nada do Paraíso, Havona, mundos arquitetônicos, ou níveis de espaços exteriores, em rotação alternada. Nunca conhecerão os mundos arquitetônicos por que eles não podem ser vistos no espaço. (p. 520)

Este é meu ponto. Cosmologia, até onde a humanidade conhece, não inclui mundos de morada, energias desconhecidas, etc.; da mesma maneira que o estudo da biologia não inclui os espornágia. Não podemos estudar algo que não sabemos que existe. A cosmologia está sendo coordenada, restabelecida, e corrigida no Livro de Urântia, é o engano enigmático da cosmologia dos seres humanos, não a cosmologia dos reveladores. Nós que acreditamos nesta revelação agora, temos a cosmologia expandida, mas baseada na fé e não no fato. Quando nos é dito os detalhes dos mundos de morada, por exemplo, nos está sendo dito uma verdade, e não uma distorção da verdade, para que nós a compreendamos. Concordo que é uma versão muito simples, mas nada a menos do que é revelado.

Adiante, em nosso dia de ressurreição, nunca veremos qualquer coisa a menos do que nos foi descrito. Só o fato de que nós, nesta geração, tivemos um pouco das funções detalhadas do universo, mostra que nós evoluímos a um ponto onde podemos entender e acredita-los. Nos deram um crédito onde foi adequado. Mesmo a cem anos atrás, esta informação que temos em mãos agora estaria além da compreensão da humanidade.

Na pág. 479 em uma parte chamada Filosofia Natural, os reveladores estão relacionando todos os fenômenos com suas fontes espirituais; colocando juntas duas realidades. O Livro de Urântia é a única fonte de informação no planeta que faz este tipo de coisa; pelo menos de um modo lógico.

Mais uma coisa, a pág. 1109 precisa de atenção com a declaração que começa na linha 23: “…apresentações reveladoras permanecerão nos registros das eras vindouras, dentro de poucos anos muitas de nossas declarações sobre as ciências físicas necessitarão de uma revisão como conseqüência de desenvolvimentos científicos adicionais e novos descobrimentos.” Também, relativo a este assunto, nós temos uma declaração sobre idéias obsoletas relativas aos mundos materiais na pág. 1119#2. Quando são feitas descobertas novas nas ciências naturais, quando a ciência começa na verdade a preencher os buracos perdidos, como a parte perdida do fenômeno XYZ, então estas partes do Livro de Urântia ficarão obsoletas. Precisará então de uma revisão, sim. Mas isto não significa que teremos uma nova versão atualizada da ciência. Necessitamos de novos levantamentos científicos atualizados e não na implicação de um evento futuro. Isto também implica em algo incompleto, não incorreto.

Eu sinto que algumas das razões principais que os leitores do Livro de Urântia estão tendo dificuldades no que lida com a possível infalibilidade desta revelação, devido ao aparecimento de pressões, em não querer ser pego de “calças curtas” com sua religiosidade. Eles foram confrontados pelos seus amigos cientificamente orientados, concernente a aparente tolice e enganação de sua fé na estranha cosmologia do livro.

Foram intelectualmente insultados. Quantas vezes eles escutaram: “Você realmente acredita neste negócio?”, antes que eles comecem a ter dúvidas, eu encontrei um modo de se protegerem de si mesmos. É e na pág. 1109 que lhes dá um modo. “- Eu sei que há distorções e erros no livro, você não pode me chamar de crédulo.” Agora todas as bases estão cobertas. Eles podem continuar lendo e acreditar no Livro de Urântia, e ainda se sentirem confortáveis na frente de amigos cientificamente esclarecidos.

Até agora, depois de muitos anos de escrutínio mortal, o Livro de Urântia, por erros datilográficos, inconsistências conceituais, e até mesmo erros científicos, nós ainda achamos duro de acreditar que uma tal união perfeita de um texto verdadeiro, poderia existir em um mundo de contradições. Os reveladores estavam limitados porque nós somos limitados. Mas limitações não são de maneira alguma erros, até mesmo se eles causam distorções. Aceitamos muito da revelação em fé; mas aceitamos que a verdade desta revelação é baseada em estar ou não, concordando com fatos científicos conhecidos; ou aceitamos os dados científicos como corretos, por causa de sua sonoridade lógica; e a alta verdade espiritual que a acompanha? Reconhecendo e conhecendo a perfeição deste presente para nosso planeta, nos vimos debaixo da ameaça de outros como também de nós mesmos, de sermos classificados de fundamentalistas. Assim, podendo sermos chamados disto, não se deixe ceder à críticas, mas se levante firme em nossas convicções sobre esta admitidamente incompleta, mas todavia, uma revelação verdadeira de fatos científicos e cosmológicos, filosóficos, e de sabedoria espiritual. Esta quinta revelação de época, os Documentos de Urântia.

Nota da AUB

Os artigos dessa seção expressam exclusivamente a interpretação pessoal de seus autores.

Assista ao vídeo do ciclo de palestras sobre evidências científicas antecipadas pelo Livro de Urântia, clique na imagem abaixo:

A Ciência e O Livro de Urântia

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