No Mandado de Publicação do Livro de Urântia, os reveladores dão uma série de instruções sobre como aprender a servir e disseminar a revelação. Nessa análise apresentaremos alguns ensinamentos do Livro de Urântia
que refletem essas instruções dos reveladores.

Diz o Mandado: “Uma publicação antecipada do Livro foi providenciada para que estivesse disponível para o treinamento de líderes e instrutores… Vós, que tendes dedicado as vossas vidas ao serviço do Livro e da Irmandade… indubitavelmente vivereis e morrereis sem entender plenamente que estais participando do nascimento de uma nova era de religião neste mundo. ”

Pareceria que o revelador está falando de dois tipos diferentes de servidores da revelação, os líderes e os instrutores. No entanto, ao estudar as palavras do Mestre Jesus e dos reveladores sobre os líderes e instrutores, surge um conceito surpreendente:

Diz o Livro: “A religião necessita de novos líderes, de homens e mulheres espirituais, que ousarão depender apenas de Jesus e dos seus ensinamentos incomparáveis. Se o cristianismo persistir em negligenciar a sua missão espiritual e continuar a ocupar-se de problemas sociais e materiais, o renascimento espiritual deve esperar a vinda desses novos instrutores da religião de Jesus, que irão devotar-se exclusivamente à regeneração espiritual dos homens. E, então, essas almas nascidas do espírito rapidamente proverão a liderança e a inspiração necessária para a reorganização social, moral, econômica e política do mundo. ” (2082.9) 195:9.4

Amigos, ao meu ver, esse parágrafo consta de duas partes. A primeira parte se refere aos novos líderes da religião, que serão os novos instrutores da religião de Jesus.

A segunda parte do parágrafo se refere aos homens espiritualmente regenerados como “essas almas nascidas do espírito” que rapidamente proverão a liderança e a inspiração necessárias para a reorganização social, moral, econômica e política do mundo. ” O revelador aqui já não está se referindo aos líderes-instrutores, e isso é demonstrado em que estes “irão devotar-se exclusivamente à regeneração espiritual dos homens”, não irão devotar-se a reorganizar social, moral, econômica e politicamente o mundo. Os homens espiritualmente regenerados graças à instrução e liderança espiritual dos novos líderes-instrutores, serão essas almas renascidas do espírito mencionadas. A reorganização social, moral, econômica e política do mundo será uma consequência natural da experiência interior da alma na experiência religiosa espiritual pessoal: 192:4 3. A Adoração – o âmbito espiritual da realidade da experiência religiosa.

O revelador diz que os novos líderes serão os novos instrutores da religião de Jesus. Isso significa, naturalmente, que os líderes-instrutores são seres renascidos do espírito, espiritualizados, que vivem a religião de Jesus, que conhecem em profundidade os ensinamentos divinos e os transmitem, não apenas com palavras, mas também com o seu exemplo pessoal de vida consagrada a fazer a vontade do Pai, tal como Jesus o fez, “Não apenas em palavras, mas também em poder e no Espírito Santo” – agora, depois de Pentecostes, é “no Espírito da Verdade”: “…esse Espírito da Verdade tornar-se-á o vosso ponto de apoio multiplicador de poder.” (1930.3) 178:1.6).

Portanto, quando o revelador diz “líderes e instrutores” no Mandado, ele não está falando de dois tipos de servidores, está falando de UM tipo de servidor, o líder e instrutor. E as almas renascidas do espírito graças ao seu serviço “rapidamente proverão a liderança e a inspiração necessária para a reorganização social, moral, econômica e política do mundo” pela seguinte razão:

Diz o LU: “Essa nova religião de Jesus não estava isenta de implicações práticas, mas tudo o que pode ser encontrado no seu ensinamento, de valor prático político, social ou econômico, será uma decorrência natural dessa experiência interior da alma, que manifesta os frutos do espírito na ministração diária espontânea da experiência religiosa pessoal genuína. ” (1585.4) 140:10.6

A ministração diária da experiência religiosa pessoal genuína implica duas coisas: que a alma é alimentada diariamente na experiência interior de meditar-orar-adorar-comungar com o Pai, e que manifesta os frutos espirituais servindo diariamente aos seus irmãos.

“…A fé espiritual (a adoração) é a religião da realidade da experiência espiritual. ” (192.6) 16:6.10

Se pensarmos bem, é lógico que os líderes devam ser instrutores, e os instrutores, líderes. Disse o Mestre: “O verdadeiro pastor entra no aprisco depois que o porteiro lhe abriu a porta, e suas ovelhas, conhecendo a sua voz, saem ao seu comando; ele as precede e as ovelhas o seguem. ” (1818.5) 165:2.4

O porteiro é Jesus-Miguel, que abre a porta do aprisco. O verdadeiro pastor conhece o caminho espiritual do progresso eterno por experiência pessoal, e sabe conduzir as ovelhas por esse caminho; a voz do pastor significa que ele ensina a verdade divina viva, experiencial, guiada pelo Espírito da Verdade e pelo amor vivo do Pai, que as ovelhas reconhecem por que elas também são guiadas pelo Espírito da Verdade. Isso é ser um líder-instrutor da verdade divina revelada.

Para guiar outros para o reino é preciso caminharmos na luz clara da verdade viva (liderança espiritual) e para ensinar essa verdade viva também é preciso conhecê-la e compreendê-la em profundidade (instrução espiritual).

O revelador diz isso novamente, com outras palavras:
(2084.1) 195:10.1 … “O mundo necessita ver Jesus vivendo novamente na Terra, na experiência de mortais nascidos do espírito e que efetivamente revelem o Mestre a todos os homens. … A cultura moderna deve tornar-se espiritualmente batizada com uma nova revelação da vida de Jesus e iluminada por um novo entendimento do seu evangelho de salvação eterna. E quando Jesus tornar-se elevado assim, ele atrairá todos os homens para si. Os discípulos de Jesus, mais do que conquistadores, deveriam ser fontes transbordantes de inspiração e de vida elevada para todos os homens. A religião é apenas um humanismo elevado, até que seja tornada divina pela descoberta da realidade da presença de Deus, na experiência pessoal” [com Deus].

A nova revelação da vida de Jesus significa Jesus vivo na experiência espiritual dos renascidos do espírito que vivem a experiência da presença de Deus neles, e a nova compreensão do seu evangelho de salvação eterna surge da combinação do conhecimento da revelação com a experiência da verdade eterna e viva dentro de nós. Essa elevação de Jesus na vida desses seres humanos espiritualizados atrairá, por meio da liderança espiritualizada e pela instrução esclarecida, a todos os homens para Jesus. Os líderes-instrutores revelarão Jesus realmente, pois viverão, amarão e servirão a todos como Jesus viveu, amou e serviu. E nada disso pode ser feito sem conhecer e viver os ensinamentos do Livro.

Diz o Mestre Jesus:
Pelo velho caminho vós buscais suprimir, obedecer e adaptar-vos às regras de vida; pelo novo caminho vós sois, primeiro, transformados pelo Espírito da Verdade [renascimento espiritual] e, desse modo, sois fortalecidos na vossa alma interior pela renovação espiritual constante da vossa mente e, assim, sois dotados com o poder de cumprir, com certeza e júbilo, a graciosa, aceitável e perfeita vontade de Deus. (1609.5) 143:2.4

E diz o revelador:
Os poderes refletivos da mente são aprofundados e ampliados pela adoração. A prece pode enriquecer a vida, mas a adoração ilumina o destino. (1123.5) 102:4.5

… Os crentes devem aprender cada vez mais a se colocar à parte da afobação da vida — a escapar dos embaraços da existência material —, refrescando a alma, inspirando a mente e renovando o espírito por meio da comunhão na adoração. 1739.7) 156:5.12
O contato do homem com a realidade objetiva mais elevada – Deus –, dá-se apenas por intermédio da experiência puramente subjetiva [interior] de conhecê-Lo, de adorá-Lo, de compreender a filiação a Ele. (2095.5) 196:3.21

A verdade divina viva só pode ser conhecida experiencialmente na nossa alma ao contatar Deus, conhecê-lo e receber os valores e dons divinos, para assim poder “caminhar na luz clara da verdade viva” e guiar a outros para o reino do Pai. Esse é o propósito da revelação do Livro de Urântia, e quem quiser servir à revelação (servir a Deus) deve estudar com dedicação os ensinamentos e aplicá-los em si próprio.

O grande desafio para o homem moderno é alcançar uma comunicação melhor com o Monitor divino que reside dentro da mente humana. A maior aventura do homem na carne consiste no esforço, bem equilibrado e sadio, de ultrapassar as fronteiras da própria consciência, penetrando nos domínios imprecisos da consciência embrionária da alma, em um esforço sincero para alcançar a região fronteiriça da consciência do espírito – o contato com a presença divina. Essa experiência constitui a consciência de Deus, uma experiência poderosamente confirmativa da verdade preexistente da experiência religiosa de conhecer a Deus. Essa consciência do espírito é equivalente ao conhecimento da realidade da filiação com Deus. De outro modo, a certeza da filiação é a experiência da fé. (2097.2) 196:3.34

Esse esforço por alcançar o contato com a presença divina na supraconsciência é a comunhão de adoração, a técnica revelada para alcançar esse nível da mente onde está presente o Pai.

Prossegue dizendo o Cronograma-Mandado:
“… vós fareis bem em diligentemente estudar a ordem, o plano e os métodos de progressão que foram implementados durante a vida terrestre de Miguel, quando a Palavra se tornou carne… Deveis novamente estudar os tempos de Jesus na Terra. Deveis cuidadosamente tomar nota de como o reino do céu foi inaugurado no mundo. Teve uma evolução lenta e se desenvolveu naturalmente? Ou veio com uma súbita demonstração de força e com exibição espetacular de poder? Foi evolucionário ou revolucionário? ”

O revelador está se referindo a duas coisas:
1- A ordem, o plano e os métodos de progressão refere-se a como devemos servir à revelação e como deve se preparar cada discípulo de Jesus que deseje servir aos seus irmãos (toda a humanidade) em nome do Livro de Urântia, vivendo o ensinamento divino e alcançando um elevado desenvolvimento humano, espiritual e intelectual, em amor e sabedoria, segundo o exemplo de Jesus, fazendo o que Jesus fez e ensinou que deve ser feito para servir ao Reino do Pai. Devemos estudar atentamente toda a vida humana do Mestre, como ele se preparou até alcançar primeiro o seu magnifico desenvolvimento espiritual, e depois aplicou os resultados no seu ensinamento e na preparação dos seus apóstolos e discípulos. E aqui está como ele o fez: “O segredo da sua vida religiosa sem par foi essa consciência da presença de Deus; e ele a alcançou por meio da oração inteligente e da adoração sincera – de comunhão ininterrupta com Deus – e não por indicações, vozes, visões, nem por práticas religiosas extraordinárias. ” (2088.5) 196:0.10. A sua comunhão com o Pai não foi uma meditação mística, foi comunhão adoradora real com Deus.
2- À disseminação lenta e gradual do Livro de Urântia, sem acelerá-la artificialmente, disseminando-a por contato pessoal e exemplo vivo dos ensinamentos aplicados em nós próprios, ou que cada buscador da verdade o ache por si próprio.

O propósito da revelação do Livro de Urântia é estabelecer o Reino do Céu por meio da espiritualização pessoal consciente da cada crente nela. E o revelador nos diz que a chave para realizar isso é conhecer a vida religiosa de Jesus e como a viveu.

“A vida terrena de Jesus foi devotada a um grande propósito – fazer a vontade do Pai, viver a vida humana, religiosamente e pela fé. ” (2090.1) 196:0.14

“«Seguir Jesus» significa compartilhar pessoalmente a sua fé religiosa e entrar no espírito da vida do Mestre, de serviço altruísta ao homem. Uma das coisas mais importantes, na vida humana, é averiguar em que Jesus acreditava, descobrir seus ideais e esforçar-se pela realização do seu elevado propósito de vida. De todo o conhecimento humano, o de maior valor é conhecer a vida religiosa de Jesus e como ele viveu-a.” (2090.4) 196:1.3

Jesus viveu a experiência completa da vida ideal de uma criatura humana na carne mortal, consagrada a fazer a vontade de Deus de todo o coração, e essa consagração incondicional ao Pai capacitou-lhe a revelar o Pai Universal.

Disse Jesus: “Vós, que gostaríeis de ser os pastores auxiliares dos rebanhos do meu Pai, deveis, não apenas ser líderes condignos, mas deveis também alimentar o rebanho com bom alimento; só sereis pastores verdadeiros se conduzirdes os vossos rebanhos a pastos verdejantes e à beira de águas tranquilas. ” (1819.2) 165:2.6

O pastor auxiliar deve chamar as ovelhas com a voz do bom pastor (Jesus), isto é, manifestando o amor divino, os frutos espirituais, os valores divinos, e alimentar o rebanho com o bom alimento da verdade divina completa, a qual o ajudante (líder-instrutor) conhece intelectual e experiencialmente, e assim ele conduz as ovelhas aos modos, métodos, meios e técnicas reveladas para elas alcançar as realizações espirituais pessoais de um progresso espiritual verdadeiro. O verdadeiro pastor é Jesus, e o pastor auxiliar é um instrutor e líder da irmandade espiritual do reino do Pai, que conhece a verdade e vive motivado pelo ideal espiritual, elevando o estado da sua alma e consciência por meio da comunhão espiritual ao adorar Deus diariamente, estudando a revelação e meditando sobre os significados divinos, amando cada vez mais aos seus irmãos, servindo-os e guiando-os pelo caminho vivo.

Disse o Mestre Jesus, quando estava se despedindo do apóstolo André:
“No meu universo e no universo dos universos do meu Pai, os nossos filhos-irmãos são tratados como indivíduos, em todas as suas relações espirituais, mas em todos os relacionamentos grupais nós infalivelmente provemos uma liderança definida. O nosso reino é um domínio de ordem, e, onde duas ou mais criaturas volitivas atuam em cooperação, sempre se provê a autoridade da liderança”. (1958.3) 181:2.16

O Mestre não está falando de liderança social. Ser um líder nos relacionamentos grupais do reino do Pai – a revelação divina do Livro de Urântia e o serviço a ela são assuntos do reino do Pai – implica ser também um instrutor, as duas coisas são inseparáveis. Ser um líder do reino do Pai implica guiar os nossos irmãos para o Reino, e uma vez dentro, guiá-los no caminho do crescimento pessoal e espiritual integral, e para fazer isso é preciso conhecer, compreender, viver e ensinar a revelação. E há apenas um modo pelo qual esses líderes-instrutores podem surgir, e é dependendo unicamente de Jesus e dos seus ensinamentos incomparáveis, vivendo a religião do espírito, estudando a verdade, espiritualizando-se e ensinando a verdade viva aos seus irmãos. É assim que essa pessoa, totalmente dedicada a fazer a vontade do Pai e a servir aos seus irmãos, recebe de Micael a autoridade da liderança.

Fica claro, queridos irmãos, em que consiste a verdadeira liderança estabelecida pela revelação. Os dirigentes das organizações sociais de serviço à revelação, unicamente se viverem a verdadeira religião do espírito terão a perspicácia espiritual necessária para evitar que o movimento coletivo de serviço social à comunidade de crentes na revelação do LU perca de vista os seus verdadeiros objetivos. (1089.10)

A perspicácia espiritual é perspicácia da alma, e é adquirida amando o belo, procurando a verdade de todo o coração, sendo fiéis aos nossos deveres espirituais, começando pelo nosso dever espiritual principal, que é adorar a Deus, e amar a Deus cada vez mais, para poder, em consequência, amar aos nossos irmãos e ajudá-los a receber o pão espiritual e a água da vida do Pai que tanto ama os seus filhos.

Precisamos viver a experiência sublime de conhecer Deus em nós próprios, experimentando a sua presença, recebendo os seus valores divinos, adquirindo uma fé viva e uma convicção profunda da realidade da presença de Deus em nós, para assim alcançar uma expressão inconsciente e espontânea da alma dessa experiência pessoal com Deus, tal como Jesus o fez.

Para isso devemos abrir o coração à vontade de Deus, e estar dispostos a seguir a guia divina e a vontade do Pai, para onde quer que ela nos levar. O modo ideal de transmitir a verdade divina é por meio de uma vida que reflita a experiência viva com essa verdade, pois é assim que surgirá a liderança verdadeira nos assuntos da revelação do Livro de Urântia, como fica claro na seguinte declaração de Jesus:

“Permiti-me afirmar enfaticamente esta eterna verdade: Se vós, por meio de vossa coordenação com a verdade, aprenderdes a exemplificar nas vossas vidas essa magnífica integridade de retidão, os vossos semelhantes, então, vos seguirão para poder obter o que vós adquiristes desse modo…” (1726.2) 155:1.5

A liderança espiritual verdadeira ocupa-se de atrair os buscadores da verdade divina e conduzi-los para o reino do Pai, por estar coordenada com essa verdade, por que a vive e mostra o fruto. A liderança na irmandade espiritual é baseada no conhecimento da verdade divina e na experiência real de contato consciente com Deus, a qual produz os frutos transformadores do espírito.

Isso capacita-nos a ter uma vida interior criativa, controlada, dirigida e construtiva, por meio da nossa elevação consciente ao contato adorador na supraconsciência, o qual permite que os conceitos e valores espirituais e divinos sejam trazidos para o nível da consciência humana, manifestando os frutos do espírito divino. O crescimento espiritual testifica que Deus reina no coração do líder-instrutor ou dirigente, tendo-o idealizado, enobrecido e espiritualizado.

“A teoria morta, mesmo a das mais elevadas doutrinas [ensinamentos] religiosas, é impotente para transformar o caráter humano ou para controlar o comportamento dos mortais. O que o mundo de hoje necessita é da verdade que o vosso mestre de outrora declarou: “Não apenas em palavras, mas também em poder e no Espírito Santo”. A semente da verdade teórica está morta, os mais elevados conceitos morais não têm efeito, a menos que, e até que, o Espírito divino sopre sobre as formas da verdade e vivifique as fórmulas da retidão.” (380.7) 34:6.6

A doutrina (ensinamento) religiosa mais elevada disponível atualmente está contida no Livro de Urântia. Portanto, nem sequer os maravilhosos ensinamentos do Livro podem transformar o nosso caráter, até abrirmos o nosso coração à vontade e ação do Espírito divino em nós. Que o Espírito divino sopre sobre as formas da verdade e vivifique as fórmulas da retidão significa permitir que o Espírito faça a sua obra vivificadora em nós, dando-nos a experiência da verdade, a realidade divina, conduzindo-nos a viver em verdadeira retidão crescente.

Assim surgirão as lideranças sábias, inteligentes e amorosas que conduzirão e instruirão aos grupos de pessoas religiosas que amam e estudam a revelação divina, na direção da experiência viva com Deus em si próprios, alcançando assim a transformação da luz e vida pessoal ao seguir o modelo da vida e dos ensinamentos de Jesus e assim, um dia, se alcançará a luz e vida de toda a humanidade.

Muito obrigada pela atenção prestada a essa apresentação. Que o Pai guie e abençoe a todos.

Sua irmã, Jeannie Vázquez.

A autora se dispôs a esclarecer sua dúvidas, entre em contato com ela pelo e-mail: jeannie.vda@gmail.com

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